O desafio foi lançado pelo Paulo Alves, mais uma visita à Tapada das Sortes, para provar as famosas caganitas, marca patenteada pelo meu amigo e compadre Jorge Silva. Formaram-se então dois grupos nas Docas, o das 8 horas e o das 9 horas para os que ficam mais agarrados à cama. Eu, na minha idade, já tenho o corpinho habituado a levantar cedo, lá estava como habitualmente às 8horas, mais o meu filho João, Bruno Dias, Pedro Antunes, Marçelo, Nuno Dias e um pouco atrasado o Pedro Marquês.
Saímos em direcção à
carapalha, para de seguida entrarmos, passando por trás da Senhora de
Mercoles, rumámos à quinta da
Rebouça de Baixo, trilhando umas belas descidas, acompanhadas de umas mais belas subidas.
Andámava-mos nós neste sobe e desce, quando toca o telefone, o Hugo Caldeira, que tinha combinado andar connosco, e não é que eu me esqueci. Peço desculpa ao Hugo, mas a memória
Ram de vez em quando falha. Nada que não se
pudesse resolver, marcámos encontro com ele e com o
Luís Lourenço, na Pedra
Gralheira. Passámos a formar um grupo de 9
maganos que queriam para já era pedalar.

Passando pela capela de S.
Luís chegámos aos
Escalos de Baixo, onde tomámos o
cafézinho da ordem. De seguida passámos pelos trilhos junto ao cemitério em direcção à nova ETAR da Lousa,
Escalos de Cima, Estação de
Alcains e finalmente Tapada das Sortes, onde já
éramos esperados com a mesa posta e bem posta. Os charcos de água com bastante lama à mistura, pregam nesta altura do ano alguns sustos e momentos bem engraçados.

Depois de degustarmos o queijo e a marmelada, bem regado com a bela pinga também da mesma propriedade, esperámos que chegasse o grupo das 9 horas. A espera foi longa e o vinho estava a saber bem. Depois de algum tempo de
convívio com o resto do pessoal, chegava-se a hora de rumarmos a Castelo Branco. Pelo caminho tivemos ainda que fazer uma paragem na quinta das Sesmarias para o digestivo.

Passando pela Santa Apolónia entramos em Castelo Branco com cerca de 50 Km feitos em boa companhia e com tudo de bom que a gente leva desta vida.

Acabámos este convívio no café escondidinho, a beber umas belas de umas Heinekens mas desta vez sem tremoços (grande falha).
Resta-me agradecer ao Jorge, à Cristina e ao Henrique pela amabilidade e pelo queijo, ao Tó Maria pelo digestivo e ao pessoal pela companhia em uma bela manhã de BTT.
Para ver as fotos todas basta clicar numa.
Domingo há mais. Um abraço e até lá força no pedal.