sexta-feira, 14 de maio de 2010

Voltinha do Papa

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

VSLSSG - O Regresso mais aguardado da temporada

O e-mail era claro: "Esqueçam o Papa, esqueçam a bola, esqueçam as novelas, esqueçam os aborrecimentos...
Estão de voltas as VSLSSG versão 2.1"

As previsões apontavam para 8 elementos a pedalar mas, um não conseguiu estar a tempo (Rui P.), outro estava a trabalhar no consultório (CLI), outro estava a acabar uma montra (Ricardo J.) outro só veio mesmo tirar a fotografia de grupo e dizer um olá, devido a constipação (RARN).
O Bruno, o Dário, o Vitor e eu fizemos-nos aos trilhos das redondezas.
Voltinha simpática definida pelo RARN que terminou num single-jungle-track delicioso que será novamente percorrido em sentido contrário na próxima Quarta-feira.
Como se tratava de uma volta com ponto "G", terminou com a degustação de doces & salgados assim como de bebidas para repor níveis.

Clicar sobre a imagem para aceder à galeria fotográfica.

domingo, 25 de abril de 2010

Estrela 2010




Relato brevemente...


Clicar sobre a foto para aceder à Galeria Fotográfica com 219 fotos.

domingo, 18 de abril de 2010

domingo, 14 de março de 2010

V Trilhos da Açafa VVR - S&S

S&S de Singles e Subidas.
Estes Trilhos foram dos percursos mais diversificados por onde já pedalei:
- Subidas daquelas de nos fazer empurrar a bicicleta por ali acima;
- Descidas rápidas;
- Subidas técnicas;
- Descidas técnicas;
- Singles para todos os gostos;
- Paisagens deslumbrantes;
Sem esquecer:
- Simpatia da Organização;
- Arte de bem receber;
- Preocupação pela inovação.

Acho que isto resume o que foi este passeio.

Aqui fica o acesso à Galeria Fotográfica - desta vez com apenas 97 fotos. É que com tanto single e zona técnica, não quis perder pitada da diversão e optei por não parar mais vezes nesses trilhos a não ser em Salavessa onde curti fazer aquela subida técnica 3 vezes, para a descer 2 ;)

domingo, 7 de março de 2010

Os Fortes de baixo de chuva fraca.

Pois é mais um Domingo, para variar com chuva, mas desta vez o S. Pedro deu-nos umas abertas entre a chuva fraca. As previsões eram de chuva fraca, durante a manhã, mas o que é isto para os 5 valentões. Assim, conforme pensariam as pessoas que nos viam, juntaram-se 5 malucos. Para mim ficará melhor, 5 destemidos aos quais a chuva não meteu medo, Nuno Maia ( que voltou e com vontade), o Agnelo, Luís Lourenço, o meu filho João e eu (Abílio Fidalgo). Enquanto se juntava o pessoal, íamos pensando para onde ir. Era opinião unânime, evitar caminhos muito enlameados, como se isso fosse possível. Entre ir para os lados do Palvarinho ou para a Tojeirinha, optamos pela segunda hipótese, com a esperança de apanhar menos lama, uma vez que o terreno é menos plano.


Saímos pela 1º de Maio em direcção às Benquerenças, onde não chegámos a entrar, rumando ao apeadeiro do Retaxo ou Cebolais. Costumamos parar no Ramalhete, mas estávamos a pensar na padaria dos Amarelos, que mais uma vez (e já são muitas) estava fechada. Virámos azimutes às Sarnadas, onde tomámos a dose de cafeína matinal e demos dois dedos de conversa. Com umas abertas, oferta generosa do S. Pedro, seguimos direcção à Atalaia e Tojeirinha.


A volta foi por alcatrão para o Nuno Maia e por terra para o resto do grupo. Voltámos a passar pela padaria dos Amarelos, que continuava fechada.



Agora ficava eu sozinho para trás, já não tinha companhia. Lá na frente seguiam três galgos. Eu não conseguia ver a lebre, mas eles deviam ver porque o andamento era forte.



Com a chegada ao cruzamento do retaxo, e para meu alivio, o pessoal devido ao adiantado da hora, resolveu fazer o resto por estrada. O andamento continuou forte, mas as rodas enterravam-se menos, e não sei se era o cheiro da Sagrespam e dos tremoços, até as minhas pernas pareciam estar melhor. Paragem obrigatória, quando a volta termina daquele lado, na Associação do Valongo, para repor o nível de líquidos e comer os tais tremoços e amendoins XXL. Cheguei a casa com cerca de 60 km e contente por não ter ficado na cama, apesar dos trilhos estarem muito pesados, nem era preciso travar, a lama encarregava-se dessa tarefa.
Não levei máquina, deixo estas poucas fotos, só para fazer inveja aos que ficaram no vale de lençóis à espera que deixasse de chover, e não é que deixou!!!!!!!!!

No próximo fim de semana lá estaremos nos TRILHOS DA AÇAFA, até lá vão pedalando.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Ainda Caganitas....

Peço desculpa pelo atraso pelo meu registo fotográfico, mas é sempre bom recordar os bons momentos, pelo menos, nestes dias de chuva... :)

terça-feira, 2 de março de 2010

BTT em casa




Já que as condições metrológicas não da descanso aproveitem este jogo para treinar




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Projecto - Limpar Portugal

Malta do BTT (e não só)... nós que apreciamos a natureza no seu máximo esplendor e pureza... nós que comungamos de perto com o salutar que é a vida florestal, apelo à vossa atenção! Esta menssagem é para vós!

Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado. Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com dezenas de milhares de voluntários registados.



Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.

Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!

Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer. O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento. No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.

“Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"

Regista-te e participa

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Acrescentando a informação ao que o Paulo colocou , e muito bem, peço ao possuidores de aparelhos GPS que quando passarem em locais onde haja lixo (muito ou pouco) marquem pontos no vosso GPS, só assim será mais fácil geo-referenciar estes locais para posterior limpeza. Nós somos um grupo privilegiado em termos de contacto com a natureza e em termos de conhecimento de locais muito "exclusivos". Normalmente nestes locais ainda não se verificam este tipo de "atentados", mas no caso de existirem é nossa responsabilidade fazer com que desapareçam. Vamos todos contribuir para um Portugal mais verde.

Agnelo Quelhas

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domingo, 14 de fevereiro de 2010

II Rota do Azeite - ACIN, Sim!



Mais um ano e mais uma Rota do Azeite.

Se, na edição de 2009, os trilhos tinham sido deliciosos, este ano, a ACIN superou-se.
Em boa hora manteve os trilhos de 2009 junto à Barragem e junto/dentro de Proença-a-Velha mas, soube introduzir novos "sabores".
Aquela parte inicial - em que serpenteámos junto ao rio - foi simplesmente divinal, quer pelas vistas proporcionadas, quer pelo single percorrido.





Teve uma subida digna desse nome e muitas descidas de deixar um sorriso de orelha a orelha.

O abastecimento farto e com a simpatia dos membros da ACIN sempre em destaque.
Com o frio que se fez sentir - e principalmente nesta paragem - nada melhor que nos sentarmos à lareira para aquecer os pés e as mãos. É claro que a lareira foi ainda aproveitada para assar a bela da febra.




Depois de conseguir algumas doses de coragem para sair dali, lá fomos pedalar mais um pouco.

De realçar a beleza das paisagens por onde o pessoal da ACIN nos levou.

No final, e depois daqueles singles mais apertados em que era melhor deixar espaço para aproveitar ao máximo, lá chegámos ao recinto da Feira.


Última subida até ao local dos transportes para Idanha para o merecido banho quente.
A volta fez-se passado pouco tempo e foi o momento de apreciar o repasto.
Não sabemos se terá sido da fome ou da vontade de comer mas, aquela alheira estava divinal.

Como não nos cansamos dos trilhos pelos lados de Idanha-a-Nova, voltaremos para os Trilhos da Raia e, é claro, para a III Rota do Azeite.

Aceder à Galeria Fotográfica (149 Fotos)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Caganitas 2010 - A reportagem.

O desafio foi lançado pelo Paulo Alves, mais uma visita à Tapada das Sortes, para provar as famosas caganitas, marca patenteada pelo meu amigo e compadre Jorge Silva. Formaram-se então dois grupos nas Docas, o das 8 horas e o das 9 horas para os que ficam mais agarrados à cama. Eu, na minha idade, já tenho o corpinho habituado a levantar cedo, lá estava como habitualmente às 8horas, mais o meu filho João, Bruno Dias, Pedro Antunes, Marçelo, Nuno Dias e um pouco atrasado o Pedro Marquês.


Saímos em direcção à carapalha, para de seguida entrarmos, passando por trás da Senhora de Mercoles, rumámos à quinta da Rebouça de Baixo, trilhando umas belas descidas, acompanhadas de umas mais belas subidas. Andámava-mos nós neste sobe e desce, quando toca o telefone, o Hugo Caldeira, que tinha combinado andar connosco, e não é que eu me esqueci. Peço desculpa ao Hugo, mas a memória Ram de vez em quando falha. Nada que não se pudesse resolver, marcámos encontro com ele e com o Luís Lourenço, na Pedra Gralheira. Passámos a formar um grupo de 9 maganos que queriam para já era pedalar.






Passando pela capela de S. Luís chegámos aos Escalos de Baixo, onde tomámos o cafézinho da ordem. De seguida passámos pelos trilhos junto ao cemitério em direcção à nova ETAR da Lousa, Escalos de Cima, Estação de Alcains e finalmente Tapada das Sortes, onde já éramos esperados com a mesa posta e bem posta. Os charcos de água com bastante lama à mistura, pregam nesta altura do ano alguns sustos e momentos bem engraçados.




Depois de degustarmos o queijo e a marmelada, bem regado com a bela pinga também da mesma propriedade, esperámos que chegasse o grupo das 9 horas. A espera foi longa e o vinho estava a saber bem. Depois de algum tempo de convívio com o resto do pessoal, chegava-se a hora de rumarmos a Castelo Branco. Pelo caminho tivemos ainda que fazer uma paragem na quinta das Sesmarias para o digestivo.


Passando pela Santa Apolónia entramos em Castelo Branco com cerca de 50 Km feitos em boa companhia e com tudo de bom que a gente leva desta vida.



Acabámos este convívio no café escondidinho, a beber umas belas de umas Heinekens mas desta vez sem tremoços (grande falha).

Resta-me agradecer ao Jorge, à Cristina e ao Henrique pela amabilidade e pelo queijo, ao Maria pelo digestivo e ao pessoal pela companhia em uma bela manhã de BTT.

Para ver as fotos todas basta clicar numa.

Domingo há mais. Um abraço e até lá força no pedal.

VSLSSG



Equipa Ciclista-Gourmet Degustadora de Queijos (nome by Carlos Lozoya)

Clicar sobre a imagem para aceder à Galeria Fotográfica (167 Fotos)
Saída do Centro Cívico 9:00 da Madrugada
01 - Tê
02 - Isabel
03 - Ricardo João
04 - Carlos Lozoya
05 - Nuno Maia
06 - Vitor Martins
07 - Rui Pires
08 - Dário Falcão
09 - Paulo Santos
10 -
11 - Gabriel Nunes
12 - Nelson
13 - Armando
14 - Mário Vicente
15 - José Carlos
16 - Roberto Nabais
17 - Paulo Alves
18 - Alziro Nunes
19 - Bruno Reis
20 - Hugo
21 - José Cacheiro "Zé Man"
22 - Rúben Freitas
23 - Marco Mendes
24 - Carlos Mendes
25 - Ricardo Silva
26 - André Preto

domingo, 22 de novembro de 2009

VSLSS pelo Vale da Pereira

Regresso ao Vale da Pereira.

Relato em Mulheres no BTT
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

III Rota do Medronho 2009

By Pedro Marquês
Pois bem, esta foi a minha primeira vez neste passeio organizado pela Pinhal Total, na localidade de Oleiros. O encontro matinal foi junto à casa do Agnelo, onde compareceu o Fidalgo e eu. Antes de partirmos, por volta das 7h30 tomámos o belo cafezinho na Padaria Montalvão junto ao modelo. Chegados a Oleiros já havia quem andasse em aquecimentos... tal era a vontade de passar por tal calvário... levantamos os dorsais sem problemas e fomos até ao pavilhão municipal deixar as viaturas para depois no regresso tomarmos e belo banho.

A partida para o começo do passeio deu-se à hora marcada, às 9h00. Sabíamos antemão que este passeio não iria ser fácil tendo em conta o acumulado disponível no site da Pinhal Total (1850mts). Passados cerca de 1 ou 2 kilometros e estavam elas... as ditas subidas, pois mal deu para aquecer. Como eu queria ir à volta dos 70kms desmarquei-me do Agnelo e Fidalgo, e querendo tomar outro ritmo, em pouquíssimo tempo comecei a sentir-me emperrado... parecia que as pernas não queriam acordar. Arrancamos sem aquecimento e as subidas surgiram logo no início, daí as pernas não estarem a responder... comecei logo a pensar... "ao km 23 + ou - vou para a volta dos 40kms... não vou aguentar isto", dizia eu...

O primeiro posto de abastecimento surgiu pouco tempo do inicio do passeio, talvez depois de uns 10kms quando surgiu a primeira descida, a paragem foi obrigatória. As minhas pernas pareciam já ter uns 50kms em cima... cada vez tinha mais a certeza que iria fazer só os 40kms. Depois deste abastecimento seguiu-se mais uma subida, que no final desta seria a divisão dos dois percursos, com mais um posto de abastecimento. Pouco antes desta paragem já vinha determinado a fazer a voltar para os 40kms, no entanto, enquanto comi uma banana veio a força e a determinação, e então... bora lá, foi para isto que eu cá vim... e lá fui eu para a volta dos 70kms. Comecei logo com uma parede de 2km cuja pendente, só visto... vejam o gráfico... vento forte e nevoeiro no cimo deste monte com as eólicas a laborar a alta velocidade e a produzir o seu som estremecedor sem se conseguir ver as pás.

Aos 28kms mais umas descidas para aliviar as pernas... foi a partir daqui que me senti com o aquecimento feito e as pernas a começarem a trabalhar melhor... afinal ainda havia garra para o que havia de vir. Entre o km 28 e o 38 penso que terá sido a parte mais bonita do percurso, pois este desenrolou-se num vale ao lado da Ribeira da Isna,... engraçado recordar esta ribeira onde já tinha passado um dia de kayak quando esta ía em cheia. Passamos diversas aldeias perdidas entre vales e encostas íngremes, muitos singletrakcs por meio de hortas e casinhas de campo. Confesso que este percurso não era nada fácil... muito técnico e exigente fisicamente...muito duro. Por volta do km38 tivemos o ultimo abastecimento antes da derradeira subida, com cerca de 9km contínuos de subida... nem vos digo nem vos conto... não sei onde fui arranjar forças. Fica na vossa imaginação como terá sido... a isto acrescentem vento forte e nevoeiro.

Chegando ao todo do monte e quando comecei a descer ainda estava na dúvida se seria já mesmo para descer ou se era apenas uma miragem... tal foi o empeno... já me doía tudo e nem sentado conseguia estar depois de tanto tempo sentado durante a subida. Acho que me custou tanto a descida como a subida. Já não tinha posição para estar... a descida era acentuada, a velocidade era grande, piso com muita pedra, curvas enganchadas, travagens bruscas, enfim... tudo o que uma descida pode trazer. Por fim cheguei ao fundo de um vale que iria terminar em Oleiros, onde se seguiu por um estradão ligeiramente inclinado onde deu para rolar a uma boa velocidade e onde o cheirinho a "meta" já se fazia sentir. Um pouco antes de entrar em Oleiros a organização escolheu uns trilhos lindíssimos junto à Ribeira que passa nesta localidade, que julgo chamar-se "Pero Beques". Por fim entrei no asfalto e terminei a volta onde ela começou, em frente à Câmara Municipal em 4h20min. Segui-se a lavagem da bicicleta no quartos dos bombeiros e o belo do banho quentinho e bem merecido. Depois do banho seguiu-se o almoço que estava um luxo. Tivemos direito a umas belas entradas, com uns aperitivos, e como não poderia faltar o tão afamado medronho para quem aprecia. O almoço foi jardineira, sopa, bebidas qb e sobremesa.

Feito o rescaldo, pode-se dizer que foi um passeio agradável, bonito, mas muito muito duro...

A quilometragem que referi aqui foi com base no gráfico fornecido pela organização que anexo. Segundo um bttista que levou GPS o acumulado era de 1948mts. Eu pessoalmente não faço ideia quantos kilometros percorri, porque não levei conta-kilometros por este estar avariado.

Para o ano há mais... parabéns á organização, à qual nada há a apontar.

Fotos não tirei nenhuma, mas certamente que o Fidalgo e o Agnelo, a seu tempo irão publicar as que eles tiraram.



By Abílio Fidalgo

Com a devida autorização do Pedro, aproveito o Post dele para fazer o relato do que foram os cerca de 40 km do percurso pequeno pelas serras de Oleiros. À semelhança do que aconteceu com o Pedro, eu também senti as pernas bastante presas, talves resultado de ter descansado pouco durante a noite, talvés por não ter tempo para aquecer antes de começar a subir, ou até pelo facto de o percurso ser quase todo em subida. Afinal foram cerca de 1000 metros de acumulado em 40 km.

Bom mas mudando de assunto, penso que a opinião era unanime, o percurso tinha paisagens espetaculares, terrenos que nunca tinha pisado, belissimos singles dentro de hortas e latadas,



passagens por zonas de castanheiros, que eu aprecio em especial nesta altura do ano, e me faz lembrar a minha terra.


Já deu para perceber pelas fotos, quais os membros deste grupo que resolveu fazer o percurso pequeno. Todos menos o Pedro que nos deixou logo no inicio, representando o BTT Castelo Branco nos 70 Km. Ficámos Eu, o Agnelo e o Hugo Caldeira para os 35. Contámos ainda com a companhia dum colega do Hugo, o Rui, o tal que deixou roubar um braço da suspensão da frente (Ehehehe....). Fomos subindo cada um ao seu ritmo (o meu não sei porquê é sempre o mais baixo), o Agnelo lá ia tirando umas fotos, o Hugo e o Rui comiam uns medronhos enquanto esperavam por mim. Todos sabem que as subidas não são o meu forte.




Passámos o primeiro abastecimento e sempre a subir. A paisagem cada vez era mais abrangente, vantagem de andar lá por cima, perto das torres eolicas. Apenas um senão o nevoeiro que nos turvava a vista. Descidas nada, ou eram tão pequenas que nem dava para tomar o gosto.

Com a chegada ao segundo abastecimento, a esperança que trazia comigo, tornou-se realidade. Afinal tanta subida, tem que dar em descida. E chegou então a descida, sim porque para mim foi só uma, a final, para acabar em beleza. Fomos ainda presenteados, depois dessa descida, com um estradão, onde deu para meter a taleiga e rolar como gosto. Para finalizar uns singles pelas hortas e ribeira que passa por Oleiros. Um final que fazia esqueçer o empeno das subidas.



Em conclusão, posso dizer que valeu a pena, o percurso estava perfeito, abastecimentos quanto basta, nem sequer parei no segundo. Banhos de água quente, pelo menos para nós, que fomos os primeiros quatro, a servir-nos das entradas e no almoço. Agradeço aos meus companheiros de percurso pela companhia, boa disposição e pelas esperas. Agradeço também ao Pedro pela boleia e felicito-o pelo brilhante sexto lugar.
Venha o próximo, o INVERNAL da GUARDA, já com os dois Fidalgos, o pai e o filho.
Para ver todas as fotos basta clicar numa.
Fiquem bem.
Abílio Fidalgo.