sábado, 18 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Domingo de Páscoa a Pedalar e Não Só...
Vou começar este Post, deixando uma foto linkada ao álbum de fotos do Domingo passado. Como a experiência ainda é pouca nestas lides, depois de ter o post completo, para melhorar a apresentação, estava eu a apagar alguns espaços a mais, quando apaguei o que não queria. Com tanto azar, assim que apaguei, o computador salvou automaticamente. Lá se foi o trabalho de duas horas. A reportagem, já devem ter visto no Blog do Agnelo, se não ainda podem ver em (http://www.agneloquelhas.com/trilhos/). Não pude deixar de disponibilizar as minhas fotos, de uns singles simplesmente espétaculares mas que não têm saída ciclável, a que eu chamei de "Na Senda de Um Trilho".
Depois deste aparte, vamos ao passeio de hoje. Tinha combinado de véspera com o Filipe, e com o Álvaro encontrar-mo-nos no local habitual (Docas), mas de manhã quando estava a sair, o João Paulo mandou-me uma mensagem, dizendo que também ia. Passei pela garagem dele, mas ele ainda não estava pronto. Telefonei ao Filipe, que já se encontrava com o Álvaro e o Nuno da Amareleija, e como a volta era para este lado, combinámos o encontro junto à padaria Flor do Castelo. Assim foi lá saímos os cinco em direcção às Fontainhas, Alagão e Monte Brito.
A ideia era fazer uma volta rápida para estar cedo em casa. O roteiro foi Escalos de Baixo, Mata, Lousa, Alcains, Lirião e Castelo Branco. Por Trilhos bem conhecidos fomos somando quilómetros, a um andamento um pouco acelerado, mas como não havia grandes subidas, aguentava-se bem. Fizemos a nossa primeira paragem, na Lousa para tomar o café e trincar umas barritas. Fomos presenteados pela proprietária, madrinha de um grande amigo meu, com umas amêndoas, ou não fosse Páscoa.
Quando chegámos a Alcains o João Paulo, não sei se para se redimir de nos ter posto a trabalhar, mal arrancámos de Castelo Branco, se por ter poucas oportunidades de conviver connosco devido ao trabalho, se pelo espírito de Beirão (da Beira Alta), quis nos presentear com uma cervejinha, uma morcela e uma chouriça. Toca de ligar para o Sogro a encomendar o serviço. E que serviço, não fosse Domingo de Páscoa e o pessoal estar com pressa que teria que nos pôr na rua. Ainda me lembrei dos ausentes nos últimos tempos, companheiros do Grupo de Alta Competição de Castelo Branco, Marcelo e Nuno Diaz.
Resta me agradecer aos meus companheiros pela companhia e boa disposição e à família Cavaco pela bela recepção na sua Casa de Campo. Como vem sendo hábito para ver todas as fotos basta clicar numa.
O próximo Fim de semana não se esqueçam, Maratona de Alcains.
Fiquem bem e até à próxima.
terça-feira, 7 de abril de 2009
VSLSS - O Regresso
domingo, 22 de março de 2009
Reviver Parte dos Trilhos da Açafa
Mais um Domingo de BTT na companhia de sete amigos e companheiros do pedal. Foram eles Jorge Palma, João Valente, Bruno Dias, Álvaro, Pedro Antunes (por motivos de serviço não nos acompanhou o percurso todo), Agnelo, Nuno Dias (teve que nos abandonar por avaria).
Já tinha ficado combinado, do fim de semana passado, que iríamos reviver parte dos trilhos da Açafa, principalmente os singles da Serrasqueira e visitar a sempre espectacular Foz do Ponsul.
Foram 81 Km com cerca de 1500 de Acumulado e uma manhã muito bem passada, como vem sendo hábito. Ficam as fotos, basta clicares.
Um abraço e até dia 5 de Abril (espero).
Já tinha ficado combinado, do fim de semana passado, que iríamos reviver parte dos trilhos da Açafa, principalmente os singles da Serrasqueira e visitar a sempre espectacular Foz do Ponsul.
Foram 81 Km com cerca de 1500 de Acumulado e uma manhã muito bem passada, como vem sendo hábito. Ficam as fotos, basta clicares.
Um abraço e até dia 5 de Abril (espero).domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Safari Fotográfico no Vale Feitoso
Não é habito pedalar às Quartas Feiras, muito menos de tarde, mas esta semana fui desafiado para marcar um percurso dentro da Herdade do Vale Feitoso. Para quem não sabe, trata-se de uma das maiores herdades privadas portuguesas, com cerca de 7000 hectares. É uma herdade que tem de tudo, desde a agricultura, a Floresta, à caça maior e menor até às belas paisagens que se podem observar quer Portuguesas, quer Espanholas, uma vez que se encontra na fronteira, delimitada pelo Rio Erges. Depois desta introdução, vamos ao safari. Desafiei os meus colegas de trabalho, Nelson Lopes e Paulo Mendes, que não se fizeram de rogados, pois não é todos os dias que temos oportunidade de fazer um safari de Bike.
Depois da foto de grupo, saímos do Hotel Astória pelas 14h30m, em direcção à herdade passando pelo Hotel Fonte Santa e ladeando o Rio Erges, entrámos na Herdade pelo portão do Lombão, contornámos o ribeiro do Esconderejo e a barragem com o mesmo nome. A primeira fêmea de Veado, passámos por ela a cerca de 2 metros sem a vermos por entre o mato. Ainda não tinha passado meia hora, quando começámos a avistar os primeiros grupos de Veados.Parecem muito sossegados mas à mais pequena intenção de parar, olhem só o que acontecia...
Fugiam sem nós nos apercebermos porquê. Mais tarde chegámos à conclusão que o barulho metálico do desencaixar dos sapatos dos pedais os assustava, talvés por ser semelhante ao carregar das armas de caça. Ao chegar ao lameiro das queimadas, avistámos um grupo de Gamos e outro de Muflões que não nos deram sessão fotográfica.

Fizemos a primeira paragem na Fonte das Entre Serras, que fica mesmo ao lado do arraial com o mesmo nome. Depois de repormos os líquidos, com a água fresca da fonte, o calor já apertava, fazendo lembrar um dia de Verão, pusemos a conversa em dia e comemos uma barrita, para nos prepararmos para o que tínhamos pela frente.
Depois de uma descida rápida, por estradões com piso bem firme, onde apetecia acelerar, vinha a parede da tarde a Serra da Cacheira, onde se situa a chamada Vigia Velha, que deve o seu nome ao facto de ter sido em tempos um local de vigilância dos Fogos Florestais. Neste local, consegue-se avistar todos os cerca de 7000 hectares da herdade e ver paisagens como esta...
Depois de subir mais uns 50 metros estávamos no ponto mais alto do passeio. Tínhamos pela frente uma descida um pouco técnica, devido à irregularidade do piso, mas rápida que fez levantar os níveis da adrenalina. Até ao Arraial do Vale Feitoso foi sempre a topo. A descer todos os santos ajudam, já o outro dizia. No arraial bem no centro do pinhal manso, de onde saiu grande parte da semente dos pinhais da Beira Baixa, fomos brindados pelo nosso colega Ricardo Estrela, responsável pela Herdade, com um belo lanche que nem vos conto.

O Arraial foi em tempos, um local muito importante nesta região, até Capela tinha e tem ainda. Dentro da Herdade chegaram a existir duas escolas primárias. Como o tempo não para, tivemos que nos fazer de novo aos trilhos. Estávamos mais ou menos a meio do percurso, mas com a parte difícil já feita. Saímos em direcção ao Rio Erges, passando pelos arraiais dos Borregos, da Nave Sobreira, dos Calçudos, etc. São muitos os arraiais da herdade, mais de dez.
Ainda antes de chegarmos ao Rio, tivemos ainda um encontro com mais um grupo de Veados.
Uma coisa que abunda bastante também, são os ribeiros, que nos proporcionam situações bem divertidas com esta que desfrutámos na Ribeira da Nave. Com o calor que fazia, até já apetecia chapinhar, embora a água estivesse fresquinha.
Primeiro o Paulo, que por pouco não ia à água...
Depois o Nelson que atravessou como um PRÓ.
Apanhámos de seguida uns trilhos espectaculares, feitos pelo gado, mesmo ao lado do Erges, durante alguns quilómetros.
Depois desses trilhos planos, fizémo-nos à ultima parede do dia, ou da noite, pois já estava a anoitecer quando chegámos ao Hotel Astória com a barriguinha cheia de bons trilhos, belas paisagens e de caça com cerca de 45 km e cerca de 950m de acumulado.
Com esta Natureza toda à disposição, lançaram-me um desafio de organizar um Safari de Bike, que em principio será guiado. O percurso maior já está levantado, falta o mais pequeno para os que estejam menos preparados.
Para veres as fotografias todas basta clicares numa. Em breve darei mais noticias sobre este evento. A repetição do Raid Castelo Branco/ Termas de Monfortinho, que será no mesmo fim de semana do ano passado, está agendado para o dia 21 de Junho de 2009.
Até lá fiquem bem, pedalando...
Até lá fiquem bem, pedalando...
domingo, 1 de março de 2009
VSLSS Meninas de Volta
Lentiscais, Ir e Voltar
Mais umas pedaladas ao Domingo, como não poderia deixar de ser, juntaram-se 8 amantes da modalidade, Eu Abílio Fidalgo, Pedro Antunes, Álvaro, Nuno Maia, Bruno Dias, João Pacau, Rui Lourenço e Jorge Palma.

Não estava decidido para onde irmos, mas eu pessoalmente já estava com algumas saudades do Ponsul. Parece que não era só eu. O Nuno Maia sugeriu irmos até aos Lentiscais tomar um cafézinho ao Pescaça. Vamos embora que se faz tarde...
Saímos direcção aos Maxiais através de trilhos conhecidos, descidas adrenalínicas, singles tracks, lavradas, etc. Lavradas sim, um dos singles mais bonitos e perigosos para os lados do Ponsul, a parte final foi lavrada. Uma subida para arfar até aos Lentiscais, onde tomámos o cafézinho da ordem e pusemos a conversa em dia.
Depois foi descer até ao Ponsul por alguns trilhos novos e bastante engraçados. Como já devem calcular as dificuldades do dia começaram a partir daqui. Primeiro um sobe e desce que já há muito tempo não fazia e a seguir a parede do dia até ao Valongo, onde chegámos por volta das 12h30m com cerca de 45 km e 800 e tal de acumulado. Como foi uma volta um pouco dura acabámos por ir abastecer à Associação do Valongo com Sagrespam. As minhas articulações já vinham a pedir.
Para ver as fotos todas basta clicares numa delas. Domingo que vem, há mais para quem não vai a Vila Velha aos Trilhos da Açafa, nas Docas às 8 horas.
Um abraço e boas pedaladas.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Carnaval de BTT na Marateca

Hoje dia 24, Terça Feira de Carnaval juntámo-nos seis amantes do pedal, eu Abílio Fidalgo, João Afonso, João Paulo, Sergio Marujo, Filipe e Nuno Dias.
A ideia era ir tomar café à Lardosa e dar uma volta pela Marateca. O dia estava espétacular para a prática do BTT e para as fotos. O pano de fundo, como alguém já disse o esplendor da Marateca. Por fim ainda tivémos tempo para uma eineken na companhia do Marcelo.
O post está a sair tarde, mas não queria deixar de publicar as fotos. Para as veres todas basta clicares nela.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Rota do Azeite
Dia 22 de Fevereiro de 2009, Sete e meia da manhã, hora que estava combinado encontrar-me com o Filipe. Nem a propósito, chegámos os dois ao mesmo tempo. Cada um em seu carro, porque ele tinha um compromisso à tarde, lá seguimos para Proença-a-Velha. Tempo para um cafézinho em S. Miguel d'Acha. Á chegada, levantámos os dorsais, preparámos as biclas e pusémos a conversa em dia.
Às nove horas saímos para aquilo que eu posso e devo chamar um passeio cinco estrelas. Desde o percurso, os abastecimentos, os banhos, até ao almoço, tudo impecável.Os trilhos à saída de Proença eram espectaculares, os singles junto à barragem deslumbrantes, apesar de perigosos. O cuidado em retirar algumas pedras para evitar acidentes, uma vez que em determinados sítios podiam tornar-se perigosos. As descidas rápidas a levantar os níveis de adrenalina. As passagens de água em dia de sol que só apetecia chapinhar.
Comecei o passeio a tentar acompanhar o Filipe, mas ele queria andar e eu estava a quebrar-lhe o ritmo.

Em boa hora apareceu o Pinto Infante, para eu ficar acompanhado e o Filipe procurar um parceiro ao nível dele. Lá fomos eu e o Pinto. Nas descidas ele tirava a mão dos travões e quase que o deixava de ver. Nas subidas, era ele que de vez em quando ficava para trás. Bom, deu para tudo, fotografias, brincadeiras, um furo, "Motojacking", e muito mais.
Não vou descrever a volta, porque penso que só participando se pode ter uma ideia do belo dia que nos proporcionaram. Quero simplesmente enaltecer o espírito destas gentes da Raia que tão bem organizaram este passeio. A ACIN cada vez mais é uma marca de referência na organização destes passeios.Vou deixar as fotografias, que apesar da minha fraca habilidade como fotógrafo, dizem mais que as palavras. Foram 40 Km de prazer, camaradagem e convívio, tudo graças à ACIN. Para acederes ao álbum de fotografias basta clicares na fotografia seguinte.
Fiquem bem e até a uma próxima.
Voltinha em Familia
Mais um fim de semana de BTT a começar ao Sábado, com uma voltinha para fazer a rodagem para a Rota do Azeite. Como já vem sendo hábito, o Sábado é para pedalar com o meu filho. Eu bem quero pegar-lhe o bichinho do BTT.

Hoje fizemos cerca de 25 Km. Saimos das Fontainhas em direcção ao single track das Palmeiras, ou ao que resta dele, direitos à Quinta do Pina, Senhora de Mércoles, pela descida rápida e subida lenta logo a seguir.
Da Senhora de Mércoles, rumámos à tapada dos Sazões, aerodromo, atravessando a nacional 233 em direcção à Linha Ferrea. Mas a vedação do frigorífico, não se ficou só por ali e impediu-nos de atravessar a linha no local habitual. Tempo para improvisação, e através de uns singles tracks, por sinal bastante engraçados, chegámos à nova carreira de tiro da policia.III Maratona Paul - inscrições Abertas

Vem aí a 3ª edição da Maratona Vila do Paul/Covilhã, organizada pelos Pedais do Paul. Depois do sucesso da edição de 2008, a Associação Cultural Paul Desportivo e o departamento dos Pedais do Paul têm o prazer da lançar a edição de 2009, “ III Maratona – BTT “Vila do Paul” – Covilhã 2009”, (I e II provas eram denominadas por “Maratona Ribeiras da Estrela”) a realizar a 17 de Maio na Vila do Paul, concelho da Covilhã.
O sucessivo interesse despertado, o prazer em vos levar a desfrutar das maravilhosas paisagens serranas da majestosa Serra da Estrela, gozando dos seus trilhos técnicos e apreciando a sua fabulosa flora e fauna, motiva as pessoas amigas deste projecto a descobrir novos trilhos e a manter os já aclamados, O trajecto decorrerá na vertente sul da Serra da Estrela por ribeiras, caminhos rurais e trilhos com a extensão de 70 e 40 km..
Inscrições começam no dia 01 de Fevereiro 2009 e são limitadas na quantidade de 400 atletas, para assim garantir e melhorar a qualidade do evento!
Constituindo motores de integração social, as organizações desportivas têm hoje um papel fundamental na educação e no desenvolvimento de hábitos de vida mais saudáveis. Cada vez mais, a prática de cicloturismo contribui para o desenvolvimento cultural, alargando o conhecimento para novas realidades com história e beleza paisagística, interligando as pessoas e fixando critérios sólidos de amizade e respeito pelo próximo e pela natureza.
O Núcleo de Cicloturismo “Pedais do Paul” – integrado na “Associação Paul Cultural Desportivo” ,, tem vindo a desenvolver a prática do cicloturismo nas vertentes BTT e Estrada, impulsionando a promoção da região sul da Serra da Estrela com a organização de alguns passeios regionais e com a produção de uma prova de âmbito nacional de BTT. Participa, ainda, em diversos eventos regionais e nacionais e colabora, sempre que solicitados, com diversas instituições na promoção turística da região.
A organização está a cargo do Núcleo de Cicloturismo “Pedais do Paul”, da Associação Paul Cultural Desportivo, com a colaboração da Junta de Freguesia do Paul e de outras instituições locais.
DIVULGEM. BEM HAJAM.
MUITAS NOVIDADES, VAMOS FAZER DESTA MARATONA O MAIOR EVENTO DA REGIÃO.
Os Pedais do Paul contam contigo nesta nova aventura!
Boas Pedaladas!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Dez Centavos ou um Tostão
Mais um Domingo, mais um dia de pedalada para o pessoal que se junta nas Docas. Desta vez foram dez os amantes do pedal. O Nuno Maia, João Valente, Luís Lourenço, Agnelo, Jorge Palma, Bruno Dias, Álvaro, Pedro Antunes, Luís da Central Bike e eu, Abílio Fidalgo.
A volta estava marcada, hà já três ou quatro semanas, mas as condições meteorológicas não tinham permitido. Como o dia começou bem com muito sol, aí vamos nós até ao Tostão.
Vou-vos deixar só os links dos blogs, onde podem ver mais a pormenor o passeio deste Domingo. Para veres as fotos basta clicares nela. http://btt-hal.blogspot.com/2009/02/conquista-do-tostao.html, http://www.agneloquelhas.com/trilhos/index.php?option=com_content&task=view&id=81&Itemid=1.
Começou de Dia, Acabou de Noite
Pois é nesta altura, as saídas à tarde, podem dar nisto. Tinha combinado com o meu herdeiro, pedalarmos um pouco sábado à tarde. Assim foi, só que saída foi tardia para a volta que fizemos.Juntou-se a nós o Lourenço, amigo e vizinho, que há já bastante tempo não sentava o cu num selim de bicicleta. Saímos das Fontainhas pelas 17 horas, com ideia de ir a Alcains e voltar. Como o portal do frigorífico já era, tinha em mente descobrir uma alternativa.
Descemos ao lado esquerdo da variante, passando por baixo, e voltando para cima. Entrámos no primeiro caminho de terra à esquerda, que não tinha saída. Vai de voltar a trás e tentar outro. No segundo tivemos melhor sorte. Descobrimos um trilho que exige alguma técnica e agradecia um pouco de limpeza, mas possível de utilizar. Seguimos em direcção à Santa Apolónia, piscinas de Alcains, e voltámos pelo agora estradão por trás da Quinta da Aldeã.
Atravessámos a estrada 233, por trás da Construtora do Lena, a estrada dos Escalos de Baixo, rumando ao Monte Brito. Nesta altura já o Sol se tinha posto e começava a anoitecer. Só nos restava dar ao pedal para chegarmos o mais rápido possível à cidade. Optámos por vir pela recta do lanço grande, por ser o trajecto mais rápido e mais curto. Quando aí chegámos era completamente de noite. Conscientes do perigo, mas sabendo que não havia nada a fazer se não pedalar, lá chegámos à cidade pelas 19 horas com cerca de 30 km e apesar de tudo contentes.
Resta-me pedir desculpa ao Lourenço, que para além de ter pensado que a volta era mais pequena, não contaria com esta viagem de noite e ganhou uma dor de rabo. Para quem já não anda há algum tempo, e ainda por cima sem calções próprios arrisca-se a ter dificuldade em sentar-se. Isto só precisa de continuação. Para o próximo sábado há mais, mais cedo e com luzes.Para ver as fotos todas basta clicares na última.
Moral da História: Não sair à tarde sem as luzes levar.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
VSLSS Fun´Duro
Clicar sobre a imagem para aceder à galeria.

O e-mail era bem explícito: VSLSS à boa maneira cá do pessoal.
Compareceram 7 +1 no Centro Cívico. E quando digo (escrevo) 7+1 quer dizer que fomos 7 e o 1 foi o Super Ben que veio indicar o percurso. "Maxiais" disse o Super Ben. E lá fomos.
Chegados perto da estação de Benquerenças, desafei o pessoal a fazer um verdadeiro fora de estrada (ou de trilho) porque isto não é só andar em estradões...
O pessoal divertiu-se e foi só um aperitivo do que estaria (ainda) para vir.
Próxima etapa: Olelas mas, pelo lado suave que não andamos aqui para nos cansar. Já lá no topo, aproveitar para sacar umas fotos panorâmicas.
Até às Benquerenças... foi sempre a andar.
A aventura vinha agora. Disse ao pessoal para me seguir. E seguiram. Fomos sempre bem juntinho à vedação que ladeia a A23. Isso implicou galgar umas quantas vedações, uns quantos sobe e desce ao mais verdadeiro estilo Enduro e, a cereja no topo do bolo, foi quando chegámos a uma conduta que atravessa a A23 que serve para um riacho passar para o outro lado.
Já do outro lado, lá seguimos juntinho à vedação até o caminho quase acabar e chegar de novo a terreno ciclável.
Até Castelo Branco ainda houve tempo para fazer uma descida daquelas bem técnicas a acabar depois em terra de ninguém.
Onde está o caminho? Bem, tivemos que alombar com as bicis para o outro lado do curso de água.
Demos entrada em CTB pela Zona Industrial e muitas aventuras para contar.
O e-mail era bem explícito: VSLSS à boa maneira cá do pessoal.
Compareceram 7 +1 no Centro Cívico. E quando digo (escrevo) 7+1 quer dizer que fomos 7 e o 1 foi o Super Ben que veio indicar o percurso. "Maxiais" disse o Super Ben. E lá fomos.
Chegados perto da estação de Benquerenças, desafei o pessoal a fazer um verdadeiro fora de estrada (ou de trilho) porque isto não é só andar em estradões...
O pessoal divertiu-se e foi só um aperitivo do que estaria (ainda) para vir.
Próxima etapa: Olelas mas, pelo lado suave que não andamos aqui para nos cansar. Já lá no topo, aproveitar para sacar umas fotos panorâmicas.
Até às Benquerenças... foi sempre a andar.
A aventura vinha agora. Disse ao pessoal para me seguir. E seguiram. Fomos sempre bem juntinho à vedação que ladeia a A23. Isso implicou galgar umas quantas vedações, uns quantos sobe e desce ao mais verdadeiro estilo Enduro e, a cereja no topo do bolo, foi quando chegámos a uma conduta que atravessa a A23 que serve para um riacho passar para o outro lado.
Já do outro lado, lá seguimos juntinho à vedação até o caminho quase acabar e chegar de novo a terreno ciclável.
Até Castelo Branco ainda houve tempo para fazer uma descida daquelas bem técnicas a acabar depois em terra de ninguém.
Onde está o caminho? Bem, tivemos que alombar com as bicis para o outro lado do curso de água.
Demos entrada em CTB pela Zona Industrial e muitas aventuras para contar.
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