sexta-feira, 13 de março de 2009

Safari Fotográfico no Vale Feitoso

Não é habito pedalar às Quartas Feiras, muito menos de tarde, mas esta semana fui desafiado para marcar um percurso dentro da Herdade do Vale Feitoso. Para quem não sabe, trata-se de uma das maiores herdades privadas portuguesas, com cerca de 7000 hectares. É uma herdade que tem de tudo, desde a agricultura, a Floresta, à caça maior e menor até às belas paisagens que se podem observar quer Portuguesas, quer Espanholas, uma vez que se encontra na fronteira, delimitada pelo Rio Erges. Depois desta introdução, vamos ao safari. Desafiei os meus colegas de trabalho, Nelson Lopes e Paulo Mendes, que não se fizeram de rogados, pois não é todos os dias que temos oportunidade de fazer um safari de Bike.

Depois da foto de grupo, saímos do Hotel Astória pelas 14h30m, em direcção à herdade passando pelo Hotel Fonte Santa e ladeando o Rio Erges, entrámos na Herdade pelo portão do Lombão, contornámos o ribeiro do Esconderejo e a barragem com o mesmo nome. A primeira fêmea de Veado, passámos por ela a cerca de 2 metros sem a vermos por entre o mato. Ainda não tinha passado meia hora, quando começámos a avistar os primeiros grupos de Veados.



Parecem muito sossegados mas à mais pequena intenção de parar, olhem só o que acontecia...





Fugiam sem nós nos apercebermos porquê. Mais tarde chegámos à conclusão que o barulho metálico do desencaixar dos sapatos dos pedais os assustava, talvés por ser semelhante ao carregar das armas de caça. Ao chegar ao lameiro das queimadas, avistámos um grupo de Gamos e outro de Muflões que não nos deram sessão fotográfica.



Fizemos a primeira paragem na Fonte das Entre Serras, que fica mesmo ao lado do arraial com o mesmo nome. Depois de repormos os líquidos, com a água fresca da fonte, o calor já apertava, fazendo lembrar um dia de Verão, pusemos a conversa em dia e comemos uma barrita, para nos prepararmos para o que tínhamos pela frente.


Depois de uma descida rápida, por estradões com piso bem firme, onde apetecia acelerar, vinha a parede da tarde a Serra da Cacheira, onde se situa a chamada Vigia Velha, que deve o seu nome ao facto de ter sido em tempos um local de vigilância dos Fogos Florestais. Neste local, consegue-se avistar todos os cerca de 7000 hectares da herdade e ver paisagens como esta...

Depois de subir mais uns 50 metros estávamos no ponto mais alto do passeio. Tínhamos pela frente uma descida um pouco técnica, devido à irregularidade do piso, mas rápida que fez levantar os níveis da adrenalina. Até ao Arraial do Vale Feitoso foi sempre a topo. A descer todos os santos ajudam, já o outro dizia. No arraial bem no centro do pinhal manso, de onde saiu grande parte da semente dos pinhais da Beira Baixa, fomos brindados pelo nosso colega Ricardo Estrela, responsável pela Herdade, com um belo lanche que nem vos conto.



O Arraial foi em tempos, um local muito importante nesta região, até Capela tinha e tem ainda. Dentro da Herdade chegaram a existir duas escolas primárias. Como o tempo não para, tivemos que nos fazer de novo aos trilhos. Estávamos mais ou menos a meio do percurso, mas com a parte difícil já feita. Saímos em direcção ao Rio Erges, passando pelos arraiais dos Borregos, da Nave Sobreira, dos Calçudos, etc. São muitos os arraiais da herdade, mais de dez.


Ainda antes de chegarmos ao Rio, tivemos ainda um encontro com mais um grupo de Veados.




Uma coisa que abunda bastante também, são os ribeiros, que nos proporcionam situações bem divertidas com esta que desfrutámos na Ribeira da Nave. Com o calor que fazia, até já apetecia chapinhar, embora a água estivesse fresquinha.



Primeiro o Paulo, que por pouco não ia à água...




Depois o Nelson que atravessou como um PRÓ.


Apanhámos de seguida uns trilhos espectaculares, feitos pelo gado, mesmo ao lado do Erges, durante alguns quilómetros.


Depois desses trilhos planos, fizémo-nos à ultima parede do dia, ou da noite, pois já estava a anoitecer quando chegámos ao Hotel Astória com a barriguinha cheia de bons trilhos, belas paisagens e de caça com cerca de 45 km e cerca de 950m de acumulado.


Com esta Natureza toda à disposição, lançaram-me um desafio de organizar um Safari de Bike, que em principio será guiado. O percurso maior já está levantado, falta o mais pequeno para os que estejam menos preparados.
Para veres as fotografias todas basta clicares numa. Em breve darei mais noticias sobre este evento. A repetição do Raid Castelo Branco/ Termas de Monfortinho, que será no mesmo fim de semana do ano passado, está agendado para o dia 21 de Junho de 2009.
Até lá fiquem bem, pedalando...

domingo, 1 de março de 2009

VSLSS Meninas de Volta

Após uma paragem de 5 meses, decidi voltar a pedalar.
Convidei a Isabel que, mesmo com singlespeed, teve pedalada para a VSLSS que teve início no Centro Cívico, passou pelo single da Carapalha e passou pelo aeródromo.

A repetir brevemente.
Para já, a galeria fotográfica (basta clicar sobre a foto).

Lentiscais, Ir e Voltar

Mais umas pedaladas ao Domingo, como não poderia deixar de ser, juntaram-se 8 amantes da modalidade, Eu Abílio Fidalgo, Pedro Antunes, Álvaro, Nuno Maia, Bruno Dias, João Pacau, Rui Lourenço e Jorge Palma.



Não estava decidido para onde irmos, mas eu pessoalmente já estava com algumas saudades do Ponsul. Parece que não era só eu. O Nuno Maia sugeriu irmos até aos Lentiscais tomar um cafézinho ao Pescaça. Vamos embora que se faz tarde...


Saímos direcção aos Maxiais através de trilhos conhecidos, descidas adrenalínicas, singles tracks, lavradas, etc. Lavradas sim, um dos singles mais bonitos e perigosos para os lados do Ponsul, a parte final foi lavrada. Uma subida para arfar até aos Lentiscais, onde tomámos o cafézinho da ordem e pusemos a conversa em dia.


Depois foi descer até ao Ponsul por alguns trilhos novos e bastante engraçados. Como já devem calcular as dificuldades do dia começaram a partir daqui. Primeiro um sobe e desce que já há muito tempo não fazia e a seguir a parede do dia até ao Valongo, onde chegámos por volta das 12h30m com cerca de 45 km e 800 e tal de acumulado. Como foi uma volta um pouco dura acabámos por ir abastecer à Associação do Valongo com Sagrespam. As minhas articulações já vinham a pedir.

Para ver as fotos todas basta clicares numa delas. Domingo que vem, há mais para quem não vai a Vila Velha aos Trilhos da Açafa, nas Docas às 8 horas.

Um abraço e boas pedaladas.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Carnaval de BTT na Marateca


Hoje dia 24, Terça Feira de Carnaval juntámo-nos seis amantes do pedal, eu Abílio Fidalgo, João Afonso, João Paulo, Sergio Marujo, Filipe e Nuno Dias.
A ideia era ir tomar café à Lardosa e dar uma volta pela Marateca. O dia estava espétacular para a prática do BTT e para as fotos. O pano de fundo, como alguém já disse o esplendor da Marateca. Por fim ainda tivémos tempo para uma eineken na companhia do Marcelo.
O post está a sair tarde, mas não queria deixar de publicar as fotos. Para as veres todas basta clicares nela.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Rota do Azeite

Dia 22 de Fevereiro de 2009, Sete e meia da manhã, hora que estava combinado encontrar-me com o Filipe. Nem a propósito, chegámos os dois ao mesmo tempo. Cada um em seu carro, porque ele tinha um compromisso à tarde, lá seguimos para Proença-a-Velha. Tempo para um cafézinho em S. Miguel d'Acha. Á chegada, levantámos os dorsais, preparámos as biclas e pusémos a conversa em dia.

Às nove horas saímos para aquilo que eu posso e devo chamar um passeio cinco estrelas. Desde o percurso, os abastecimentos, os banhos, até ao almoço, tudo impecável.
Os trilhos à saída de Proença eram espectaculares, os singles junto à barragem deslumbrantes, apesar de perigosos. O cuidado em retirar algumas pedras para evitar acidentes, uma vez que em determinados sítios podiam tornar-se perigosos. As descidas rápidas a levantar os níveis de adrenalina. As passagens de água em dia de sol que só apetecia chapinhar.
Comecei o passeio a tentar acompanhar o Filipe, mas ele queria andar e eu estava a quebrar-lhe o ritmo.
Em boa hora apareceu o Pinto Infante, para eu ficar acompanhado e o Filipe procurar um parceiro ao nível dele. Lá fomos eu e o Pinto. Nas descidas ele tirava a mão dos travões e quase que o deixava de ver. Nas subidas, era ele que de vez em quando ficava para trás. Bom, deu para tudo, fotografias, brincadeiras, um furo, "Motojacking", e muito mais.
Não vou descrever a volta, porque penso que só participando se pode ter uma ideia do belo dia que nos proporcionaram. Quero simplesmente enaltecer o espírito destas gentes da Raia que tão bem organizaram este passeio. A ACIN cada vez mais é uma marca de referência na organização destes passeios.
Vou deixar as fotografias, que apesar da minha fraca habilidade como fotógrafo, dizem mais que as palavras. Foram 40 Km de prazer, camaradagem e convívio, tudo graças à ACIN. Para acederes ao álbum de fotografias basta clicares na fotografia seguinte.
Fiquem bem e até a uma próxima.

Voltinha em Familia

Mais um fim de semana de BTT a começar ao Sábado, com uma voltinha para fazer a rodagem para a Rota do Azeite. Como já vem sendo hábito, o Sábado é para pedalar com o meu filho. Eu bem quero pegar-lhe o bichinho do BTT.



Hoje fizemos cerca de 25 Km. Saimos das Fontainhas em direcção ao single track das Palmeiras, ou ao que resta dele, direitos à Quinta do Pina, Senhora de Mércoles, pela descida rápida e subida lenta logo a seguir.



Da Senhora de Mércoles, rumámos à tapada dos Sazões, aerodromo, atravessando a nacional 233 em direcção à Linha Ferrea. Mas a vedação do frigorífico, não se ficou só por ali e impediu-nos de atravessar a linha no local habitual. Tempo para improvisação, e através de uns singles tracks, por sinal bastante engraçados, chegámos à nova carreira de tiro da policia.


Apanhámos a estrada junto à Feiteira. Depois foi pedalar, porque já estava a escurecer e tinhamos ainda que ir lavar as bikes, porque no dia seguinte tinham que estar bonitas para a Rota do Azeite.


Para veres as fotos todas, basta clicares na última. Fiquem Bem.


III Maratona Paul - inscrições Abertas




Vem aí a 3ª edição da Maratona Vila do Paul/Covilhã, organizada pelos Pedais do Paul. Depois do sucesso da edição de 2008, a Associação Cultural Paul Desportivo e o departamento dos Pedais do Paul têm o prazer da lançar a edição de 2009, “ III Maratona – BTT “Vila do Paul” – Covilhã 2009”, (I e II provas eram denominadas por “Maratona Ribeiras da Estrela”) a realizar a 17 de Maio na Vila do Paul, concelho da Covilhã.

O sucessivo interesse despertado, o prazer em vos levar a desfrutar das maravilhosas paisagens serranas da majestosa Serra da Estrela, gozando dos seus trilhos técnicos e apreciando a sua fabulosa flora e fauna, motiva as pessoas amigas deste projecto a descobrir novos trilhos e a manter os já aclamados, O trajecto decorrerá na vertente sul da Serra da Estrela por ribeiras, caminhos rurais e trilhos com a extensão de 70 e 40 km..

Inscrições começam no dia 01 de Fevereiro 2009 e são limitadas na quantidade de 400 atletas, para assim garantir e melhorar a qualidade do evento!

Constituindo motores de integração social, as organizações desportivas têm hoje um papel fundamental na educação e no desenvolvimento de hábitos de vida mais saudáveis. Cada vez mais, a prática de cicloturismo contribui para o desenvolvimento cultural, alargando o conhecimento para novas realidades com história e beleza paisagística, interligando as pessoas e fixando critérios sólidos de amizade e respeito pelo próximo e pela natureza.




O Núcleo de Cicloturismo “Pedais do Paul” – integrado na “Associação Paul Cultural Desportivo” ,, tem vindo a desenvolver a prática do cicloturismo nas vertentes BTT e Estrada, impulsionando a promoção da região sul da Serra da Estrela com a organização de alguns passeios regionais e com a produção de uma prova de âmbito nacional de BTT. Participa, ainda, em diversos eventos regionais e nacionais e colabora, sempre que solicitados, com diversas instituições na promoção turística da região.



A organização está a cargo do Núcleo de Cicloturismo “Pedais do Paul”, da Associação Paul Cultural Desportivo, com a colaboração da Junta de Freguesia do Paul e de outras instituições locais.

DIVULGEM. BEM HAJAM.
MUITAS NOVIDADES, VAMOS FAZER DESTA MARATONA O MAIOR EVENTO DA REGIÃO.
Os Pedais do Paul contam contigo nesta nova aventura!

Boas Pedaladas!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dez Centavos ou um Tostão



Mais um Domingo, mais um dia de pedalada para o pessoal que se junta nas Docas. Desta vez foram dez os amantes do pedal. O Nuno Maia, João Valente, Luís Lourenço, Agnelo, Jorge Palma, Bruno Dias, Álvaro, Pedro Antunes, Luís da Central Bike e eu, Abílio Fidalgo.
A volta estava marcada, já três ou quatro semanas, mas as condições meteorológicas não tinham permitido. Como o dia começou bem com muito sol, aí vamos nós até ao Tostão.

Vou-vos deixar só os links dos blogs, onde podem ver mais a pormenor o passeio deste Domingo. Para veres as fotos basta clicares nela. http://btt-hal.blogspot.com/2009/02/conquista-do-tostao.html, http://www.agneloquelhas.com/trilhos/index.php?option=com_content&task=view&id=81&Itemid=1.


Começou de Dia, Acabou de Noite

Pois é nesta altura, as saídas à tarde, podem dar nisto. Tinha combinado com o meu herdeiro, pedalarmos um pouco sábado à tarde. Assim foi, só que saída foi tardia para a volta que fizemos.Juntou-se a nós o Lourenço, amigo e vizinho, que há já bastante tempo não sentava o cu num selim de bicicleta. Saímos das Fontainhas pelas 17 horas, com ideia de ir a Alcains e voltar. Como o portal do frigorífico já era, tinha em mente descobrir uma alternativa.




Descemos ao lado esquerdo da variante, passando por baixo, e voltando para cima. Entrámos no primeiro caminho de terra à esquerda, que não tinha saída. Vai de voltar a trás e tentar outro. No segundo tivemos melhor sorte. Descobrimos um trilho que exige alguma técnica e agradecia um pouco de limpeza, mas possível de utilizar. Seguimos em direcção à Santa Apolónia, piscinas de Alcains, e voltámos pelo agora estradão por trás da Quinta da Aldeã.


Atravessámos a estrada 233, por trás da Construtora do Lena, a estrada dos Escalos de Baixo, rumando ao Monte Brito. Nesta altura já o Sol se tinha posto e começava a anoitecer. Só nos restava dar ao pedal para chegarmos o mais rápido possível à cidade. Optámos por vir pela recta do lanço grande, por ser o trajecto mais rápido e mais curto. Quando aí chegámos era completamente de noite. Conscientes do perigo, mas sabendo que não havia nada a fazer se não pedalar, lá chegámos à cidade pelas 19 horas com cerca de 30 km e apesar de tudo contentes.



Resta-me pedir desculpa ao Lourenço, que para além de ter pensado que a volta era mais pequena, não contaria com esta viagem de noite e ganhou uma dor de rabo. Para quem já não anda há algum tempo, e ainda por cima sem calções próprios arrisca-se a ter dificuldade em sentar-se. Isto só precisa de continuação. Para o próximo sábado há mais, mais cedo e com luzes.
Para ver as fotos todas basta clicares na última.
Moral da História: Não sair à tarde sem as luzes levar.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

VSLSS Fun´Duro

Clicar sobre a imagem para aceder à galeria.

O e-mail era bem explícito: VSLSS à boa maneira cá do pessoal.
Compareceram 7 +1 no Centro Cívico. E quando digo (escrevo) 7+1 quer dizer que fomos 7 e o 1 foi o Super Ben que veio indicar o percurso. "Maxiais" disse o Super Ben. E lá fomos.
Chegados perto da estação de Benquerenças, desafei o pessoal a fazer um verdadeiro fora de estrada (ou de trilho) porque isto não é só andar em estradões...
O pessoal divertiu-se e foi só um aperitivo do que estaria (ainda) para vir.
Próxima etapa: Olelas mas, pelo lado suave que não andamos aqui para nos cansar. Já lá no topo, aproveitar para sacar umas fotos panorâmicas.
Até às Benquerenças... foi sempre a andar.
A aventura vinha agora. Disse ao pessoal para me seguir. E seguiram. Fomos sempre bem juntinho à vedação que ladeia a A23. Isso implicou galgar umas quantas vedações, uns quantos sobe e desce ao mais verdadeiro estilo Enduro e, a cereja no topo do bolo, foi quando chegámos a uma conduta que atravessa a A23 que serve para um riacho passar para o outro lado.
Já do outro lado, lá seguimos juntinho à vedação até o caminho quase acabar e chegar de novo a terreno ciclável.
Até Castelo Branco ainda houve tempo para fazer uma descida daquelas bem técnicas a acabar depois em terra de ninguém.
Onde está o caminho? Bem, tivemos que alombar com as bicis para o outro lado do curso de água.
Demos entrada em CTB pela Zona Industrial e muitas aventuras para contar.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

SAUDADES DOS TRILHOS E DAS CAGANITAS

Deviam pensar que não iria postar, mas enganaram-se. O trabalho é que tem sido muito, e isto de Blogs, cada vez mais me convenso que é para quem tem tempo. A parte deste desabafo, as saudades eram mais que muitas. Tantas, tantas, que nem a Maria conseguiu evitar que o fim de semana passado fosse dedicado ao BTT. Tudo começou na sexta feira com o desafio do Mike e do João Valente, para uma voltinha light no sábado, pois tínhamos um elemento novo no grupo. Como a vontade era tanta, nem era preciso dizer mais nada a não ser onde nos encontramos?
Às 9 horas de sábado, lá estavam seis companheiros, com uma vontade terrível de pedalar, Filipe, João Afonso, Mike, João Valente, eu (Abílio Fidalgo) e o Afonso, o tal elemento novo que demonstrou que está preparado para começar a aparecer aos Domingos nas Docas. Três Trek e três Canyon.Como a volta era para ser rolante, rumámos ao portal do frigorífico para sairmos da cidade em direcção à Alcains. Já alguém tinha dito que o portal do frigorífico era para esquecer, mas nada melhor que ver com os próprios olhos. Foi isto que vimos.
Lá se foi uma das justificações dos oponentes à mudança do ponto de encontro para as Docas. O remédio era voltar para trás, e atravessar no cruzamento da variante, que eu pessoalmente, considero perigoso, devido à fraca visibilidade e à alta velocidade a que passam muitos carros.


Seguimos direcção a Alcains, infelizmente mais por alcatrão que por terra. Entramos na terra, junto às piscinas pelo trilho menos utilizado. Atravessámos Alcains e saímos em direcção às hortas dos Escalos de Cima, onde parámos para o cafézinho da ordem e para por a conversa em dia.
Saímos dos Escalos de Cima, direcção aos depósitos da Lousa passando pelo vale do Lobo para entramos nos Escalos de Baixo pelo Cemitério.


Tempo depois para umas fotos no chafariz e mais um pouco de conversa. Como já começava a fazer-se tarde, toca de picar a mula pelo caminho mais rápido para Castelo Branco, com passagem pelo Monte Brito, Alagão, Desembargadores.

Entramos na cidade pelas Fontainhas onde parámos numa garagem onde matámos a sede com o liquido precioso Sagrespam e demos uma mangueirada nas bikes, pois no dia seguinte era dia de pedalar também.

Foram cerca de 45 Km de lama, água, boa disposição e camaradagem. Para ver as fotografias todas de Sábado basta clicares no link http://picasaweb.google.pt/abilio.fidalgo/20090207?feat=directlink.




Com isto tudo devem estar a perguntar onde entram as caganitas?

Pois é como já tive ocasião de referir, o fim de semana foi de BTT e as caganitas entram no Domingo. O Roberto tinha combinado um fim de semana desportivo, a começar com um jogo de futebol no sábado e uma volta de BTT no Domingo. Mas depois de tanto tempo sem pedalar, o pessoal não ficava satisfeito com 20 ou 30 Km, queriam mais. Assim decidimos sair como habitualmente às 8 horas. Reuniram-se nas Docas 11 companheiros com muita vontade de pedalar. Passo a enumerar: João Afonso, Luis Lourenço, Marcelo, Nuno Maia, Mike, João Valente, Álvaro, Pedro Antunes, Agnelo, Jorge Palma e eu.

Saímos em direcção à Santa Casa da Misericórdia, contornando a rotunda, saímos na terceira saída, apanhando uns trilhos, para mim a estrear, que vão atravessar a variante do Modelo para a quinta das violetas, junto à Cova do Gato. Nesta zona avistámos 4 companheiros do pedal, que não identificámos de imediato, mas que ao aproximarmos-nos descobrimos que era a nossa malta da Pires Marques, Nuno Eusébio e Pedro Barroca, mais à frente seguindo por outro trilho ia o Silvério e Cabaço, segundo nos informaram. Como os trilhos não eram os mesmos, cada um seguiu pelos seus.


Seguimos em direcção à quinta da Liria, acompanhando a A23 durante algum tempo, desviando a seguir para a Tapada das Figueiras. Atravessamos a estrada de Cafede e rumamos ao Rio Ocreza por novos trilhos e singles espectaculares, que nos deixaram vontade de voltar.

Passámos pelo monte da Massana e descemos à ponte do Rio Ocreza. Seguimos pela estrada para a Senhora de Valverde, largando mais uma vez o alcatrão e entrámos em terra, nuns trilhos que eu gosto muito, pela velocidade e pelas curvas que apresenta. Na ponte da Ribeirinha apontámos azimutes para a Povoa de Rio de Moinhos, passando pela subida das três toneladas.

Se a subida é das três toneladas, a descida não fica por menos em direcção à Senhora da Encarnação. Desta vez entrámos nuns trilhos, que conheci na ultima volta de 2008 com o meu amigo Pinto Infante.

Tomámos o café rápido no bar do clube da Póvoa de Rio de Moinhos, onde aproveitámos para comprar algum pão para acompanhar as "Caganitas de Ovelha" e os "Chocalhos". Duas especialidades de queijo, de ovelha e cabra respectivamente, da Tapada das Sortes.

Daqui para frente, foi meter a taleiga porque estava a fazer-se tarde para a hora que estava marcado o encontro, e já cheirava a queijo. Passamos por trilhos novos, mais uma vez para mim a estrear.

Eis que chegámos à Tapada das Sortes, propriedade pertença do meu compadre Jorge Silva, com cerca de 15 minutos de atraso, e com o Jorge já à nossa espera. Esperámos cerca de mais 15 minutos, mas como o pessoal do Roberto não chegava e nós estávamos a arrefecer, resolvimos aceitar a sugestão do Jorge, que nos levou até à mesa onde se encontravam as delicias de queijo acompanhado de umas queijadas de requeijão e o vinho. Tudo caseiro. Aguardámos um pouco mais, mas como o resto do pessoal não chegava, resolvemos alterar um pouco a nossa rota para nos encontrarmos com eles no caminho.


Não sei se pela vontade de chegar se pela fome não houve tempo para grandes conversas. Foi pena não nos encontramos na Tapada. Desde já peço desculpa ao Roberto, mas o pessoal estava a arrefecer muito e estava a fazer se tarde.
Voltámos a meter a taleiga em direcção à pedra da légua, contornámos a Quinta da Aldeã por um trilho que em tempos se fazia muito mal e que agora é um estradão. Atravessámos a linha férrea em direcção à Fonte Santa. Entrámos pelas Fontainhas com cerca de 60Km e já um pouco tarde para fazer uso a uns provimentos do Agnelo que ainda vão passar a validade. Para ver todas as fotografias de Domingo basta clicares em http://picasaweb.google.pt/abilio.fidalgo/20090208?authkey=PFxGIQ8lTIs&feat=directlink
Já agora quem estiver interessado nas Caganitas de Ovelha e outro tipo de Queijo, pode contactar o Jorje através do mail tapadadassortes@gmail.com. Foi assim um fim de semana espetacular de BTT. Venham mais assim.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Pré Fim de Semana Desportivo

Este foi um ensaio para aquilo que será o Passeio de BTT no Fim de Semana Desportivo a ter lugar dias 7 e 8 de Fevereiro.
Para saber mais, visita: Castelo Branco by Bike

*Clicar sobre a imagem para ver a galeria
Mais em:
Castelo Branco by Bike
BTT Albi

domingo, 18 de janeiro de 2009

Trilhando de Bike e a Pé.

Mais uma Voltinha de Domingo, desta vez com mais praticantes. No Total eramos doze, os amantes do BTT que se juntaram nas Docas. Vamos ver se me lembro de todos: João Valente, Filipe Domingues, Alvaro, Marcelo, Agnelo, Silvério, Jorge Palma, Humberto, Rui Lourenço, Pedro Barroca, Pedro Antunes e eu.


Saimos por volta das 8h15m, direcção ao Nercab, para passarmos por baixo da IP2 junto ao Alegro. Fizemos o resto da Zona Industrial para entrarmos em terra, por trás da Acrialbi em direcção ao Baixo da Marra. Depressa chegámos à primeira subida do dia em direcção às Benquerenças de Baixo e Benquerenças Velhas.







Seguiu-se uma descida adrenalinica em direcção ao Ribeiro da Quinta. O Humberto, um habituet dos furos, furou.








Chegados ao Ribeiro, do lado de cá havia caminho, do lado de lá nada. As imagens do Google earth têm destas coisas, estão muito desactualizadas, 2005. O mato cresce muito durante esses quatro anos, que o digam os doze Betetistas. Penso que não houve nenhum que não tivesse praguejado, quando o mato prendia as rodas das bikes.



Bom com algum trabalho lá descobrimos o caminho, com mais uma daquelas descidas, que só é pena acabar em subida, para a Ribeira da Caraptosa que atravessámos em direcção à povoação com o mesmo nome. Á saida da Caraptosa, cruzámo-nos com o Pequito e o pessoal de Vila Velha de Rodão, que estavam a fazer o levantamento do percurso dos Trilhos da Açafa.






Apontámos depois azimutes às bombas das Sarnadas, para o cafézinho do dia, com um novo a pagar, o Agnelo desta vez não foi o último, o Silvério.



Com o cafézinho tomado, rumámos ao Retaxo e subimos às Olelas. A descida, que desta vez fizemos por um trilho diferente a primeira parte, sempre anima o pessoal.



Chegados à estrada dos Cebolais, virámos à direita para mais uma surpresa do Agnelo, uns trilhos novos e uns singles Tracks espétaculares.



Como sempre, cada vez que a volta acaba deste lado da cidade, acabámos na Associação do Valongo cerca das 13 horas com 50 Km de trilhos porreiros e boa companhia, num ambiente de amizade e divertimento puro.

Se quiseres ver as Fotografias todas, basta clicares na última. Para o Domingo há mais, apareçam no mesmo local e à mesma hora. Não se irão arrepender, até lá sempre a pedalar.

Mais sobre a volta deste Domingo http://www.agneloquelhas.com/trilhos/index.php?option=com_content&task=view&id=79&Itemid=1 e http://btt-hal.blogspot.com/.